Todos nós queremos ser jovens

O que vai acontecer daqui para frente?



Marketing 3.0 é entregar valor

Philip Kotler, a maior autoridade em marketing no mundo, falou ontem à noite para mais de cinco mil congressistas sobre os conceitos de Marketing 3.0 e alertou para o fato de que eles estão mais embasados em conceitos de sustentabilidade do que se imagina. O guru do marketing e professor da Kellogg School of Management ressalta que a relação cliente-empresa-cliente está sofrendo grandes mudanças por conta das redes sociais e do poder de compra dos consumidores, que passou a ter atitude pró-ativa na escolha de seus produtos e serviços. 

Ele ressalta que um dos caminhos a se percorrer pode ser chamar seus clientes para uma co-criação de produtos e serviços, proporcionando novas experiências e, quem sabe, estar mais próximo do valor almejado.  Reinventar um novo modelo de negócios pode aproximar esta relação. Entretanto, as empresas precisam, necessariamente, terem passados pelos conceitos aplicados nas nomenclaturas do MKT 1.0 e 2.0. O palestrante alerta ainda para a perda da eficácia do marketing tradicional no que diz respeito aos distribuidores, à mídia tradicional, bem como a forma que a competição entre os concorrentes tem intensificado uma redução de preços nos produtos e serviços. 

Uma das alternativas apontadas por Kotler para se obter sucesso nesta nova jornada é olhar a empresa como o ‘jornalismo da marca’, procurando agregar itens diferentes que gerem valor aos produtos e serviços. Ter como alvo a mente, o coração e o espírito humano dos consumidores podem ajudar neste processo. “Só assim para sua marca ser amada”, conclui Kotler.

Fonte: HSM

“I don’t have any good ideas”

Compartilhando…

Now I know you’re bluffing.

First, everyone has good ideas. Maybe not as fast or as often as others, but are you telling me that in your entire life, you’ve never had one good idea? Ever?

Second, and way more telling, what happens if I give you a good idea. Here. Take it. Now what? You have it, right?

Now you need to find a second reason for not making things happen. “I don’t have enough time.” “I can’t get the resources.” “I’m not sure, really sure, guaranteed, that this is a good idea.” “My boss won’t let me.”

And so the lizard brain speaks up, and so the cycle continues, and so the Resistance wins.

There are more good ideas, right here, right now, for free, than ever before. More opportunities to connect and lead and make a difference and an impact and a living. Fewer guarantees, sure, but more ideas.

It’s your choice about whether or not you do anything with them, but please don’t tell me you don’t have any good ideas.

Seth’s Blog

ONLINE x OFFLINE

“Eu sinto a necessidade…necessidade de velocidade” (TOP GUN – Ases Indomáveis)

É assim que hoje a comunicação se caracteriza, principalmente com a evolução dos meios de comunicação. Com a Internet e o “boom” de suas ferramentas, foram criadas Agências Digitais, especializadas em Marketing e Comunicação Digital.  Com isso, vários comentários e críticas acerca das Agências convencionais (offline) começaram a se espalhar. Creio que até por elas mesmas. Isso me fez lembrar a faculdade, onde havia uma pequena “rixa” entre publicitários e jornalistas. Quem sobreviveria melhor no mercado de trabalho?

Ouvimos sobre novas mídias e um novo modelo de comunicação. Mas na verdade comunicação de uma marca é única. Nela temos que fundir as mídias off e on, pois cada uma possui uma característica e objetivo diferentes. Neste novo modelo, o foco é o relacionamento e as empresas lutam para conseguir o “engajamento” das informações. Para isso, é necessário trabalhar em cima da relevância de conteúdo e proporcionar a experiência do consumidor com o produto, através da interatividade.

Aqui a Internet ganha destaque, por ser o caminho sem curvas e obstáculos para difundir informações para um grande número de pessoas ao mesmo tempo. Mas o que vai definir qual meio de comunicação a ser utilizado é o foco da campanha. Hoje temos empresas que, de acordo com o produto e público alvo, direcionam sua comunicação 100% para a Internet e obtêm grande sucesso. Outras preferem ainda investir nas mídias tradicionais. Mas vocês já pararam para pensar que hoje, mesmo em frente a televisão, estamos com o notebook no colo? Ou então quando passamos em frente a um Outdoor, no trânsito, estamos conectados a Internet por meio dos nossos celulares?

Vejo uma grande movimentação das agências convencionais para entrar no mercado de mídia online: especializações, parcerias e até mudança de foco. Conversando com profissionais da Internet, ouvi a seguinte frase: “Cada macaco no seu galho”. Será?

Redes Sociais: Qual a política da sua empresa?

Uma grande discussão acerca das Redes Socias é se devem ser liberadas no ambiente de trabalho. Algumas empresas proíbem, outras estimulam e tem até aquelas que criam sua própria rede de relacionamento. Quem está com a razão?

Há quem pense que as Redes Sociais são objeto de distração para os funcionários e que se o acesso for liberado, conseqüentemente, sua produção cairá ao longo do dia. Algo parecido aconteceu na década de 60, com o surgimento do telefone. A preocupação na época era o abuso quanto ao uso do meio (com o impulso caro) e que as pessoas fizessem telefonemas pessoais ou desnecessários, tirando o foco do trabalho. Hoje, discutem sobre Redes Socias.

A questão é: como lidar com esta situação dentro das empresas? Creio que a maioria das empresas consideram um assunto muito novo e, por isso, não discutiram sobre isso. A Intel, no Brasil, por exemplo, implantou até um treinamento para os colaboradores para orientar quanto ao uso das ferramentas.

Não podemos esquecer que algumas Redes Sociais hoje têm um objetivo que vai além do relacionamento. O Twitter pode ser utilizado para sabermos das principais notícias do dia e divulgarmos empresas ou chamadas do nosso interesse (foco na informação). O Linkedin possibilita o cadastramento do seu currículo e relacionamento com a sua rede profissional (foco profissional). E ainda outras redes como MSN e Skype que facilitam a comunicação entre as pessoas e diminuem os custos com telefone.

A solução é criar a sua própria rede? O Ibope tem 2.800 funcionários espalhados pela América Latina e a empresa criou sua Rede Social para trabalhar de forma descentralizada. A rede hoje conta com 350 participantes ativos e o objetivo é fazer com que a rede vire uma ferramenta de trabalho.  Além disso, aumenta a sinergia entre as equipes e estimula a cultura do trabalho orientado a projetos, segundo o diretor de produção do Ibope.

Quem melhor do que os próprios funcionários para divulgar as ações e informações a favor da marca da empresa?  A saída é a orientação e educação dos colaboradores para que as Redes Sociais sejam utilizadas de forma positiva e agregando informações ao trabalho realizado por estes. Afinal, se falarmos de distração durante o expediente não podemos esquecer o famoso cafezinho, conversa de corredor e até celulares que hoje estão integrados com todas as Redes Socias. O que predomina é o bom senso.

O que vocês acham sobre isso?

Abraços!

Mariana Pacheco

Maria vai com as outras?

Olá pessoal, tudo bem?

Quanto a Internet influencia na sua decisão de compra?

Estudos mostram que as experiências compartilhadas na rede entre usuários servem como influenciador nas decisões de consumo, de maneira positiva ou negativa. Este gráfico mostra que 68% dos usuários do Facebook tendem a comprar produtos que tiveram uma boa referência na rede. O mesmo processo acontece caso o produto não tenha um bom posicionamento ou tenha apenas referências ruins.

Temos na web uma grande diversificação de conteúdo e que muitas vezes confunde os usuários. Neste caso, em quem acreditar?

Nas redes sociais os consumidores comentam, recomendam e criticam qualquer produto ou serviço. Cada vez mais os consumidores confiam nas informações que buscam na web do que em qualquer outra fonte. Principalmente as redes sociais, que agem como um filtro de informações e as qualificam para que os usuários tirem suas próprias conclusões.

Outras vezes a fidelização do cliente não está associada à compra direta e sim a uma afinidade entre usuário e marca. Redes como Facebook, Orkut e Twitter exibem em tempo real as atualizações das pessoas que seguimos e este é um incentivo para mais gente acompanhar. Mas o sucesso de grandes comunidades e de um bom posicionamento das Redes Sociais depende do planejamento de cada empresa. Veja o case fail da Bestshop:

Imagine a seguinte situação: você está no seu computador numa boa quando vê no seu Twitter uma mensagem dizendo que caso o Twitter @BestShopTVcom alcance mil seguidores, eles colocariam TVs de LCD à venda por 10% do seu preço durante a madrugada (entre 1:00h e 5:00h) e ao entrar no Twitter da loja durante o dia você lê coisas como: “Gente, vamos lá, uma TV de LCD de R$ 2.000,00 por R$ 200,00 é um desconto ruim?” e “Mais um detalhe pessoal, iremos travar a venda de 1 item por pessoa ok? Não é justo somente 1 pessoa comprar tudo…”.

Durante a promoção o site obviamente não agüentou o número de acessos e, perto de 1 da manhã, ficou OFF para algumas pessoas e ON para outras. O dilema estava apenas começando… quando através do Twitter eles avisam que as 2 TVs que seriam colocadas à venda por esse preço, seriam vendidas no dia seguinte por causa do problema no servidor.

A revolta no Twitter foi geral, como não poderia deixar de ser. Depois de toda confusão, eles prometeram 5 TVs escondidas na promoção para a próxima madrugada (de 28 para 29 de maio), segundo eles, para compensar não ter ocorrido a promoção. Os seguidores inconformados criaram o blog “Eu odeio a Bestshop” onde em poucos minutos havia milhares de posts negativos. A falta de planejamento e estrutura causou um viral negativo à imagem da empresa.

 
A Internet amplia possibilidades, isso é fato! É o único meio onde os processos individuais não existem e mesmo sem perceber agimos influenciados pela opinião de outros usuários. Aqui também não importa a hierarquia, afinal todos estão atrás de interesses comuns. Mas você é o responsável por esse sucesso.

Ref. do case: http://www.insidetechno.com

Abraços!

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Os fins justificam os meios.

Boa tarde pessoal.

Segundo Machiavel, se o objetivo a ser alcançado fosse de suma importância, qualquer meio para alcançá-lo seria aceitável.

Qual é então o objetivo da Internet como meio, principalmente nos dias de hoje?

Gerar inteligência coletiva!

Com a disseminação do “meio”, a Internet se torna cada vez mais uma potência. E não só para as empresas e para a comunicação, é também uma poderosa ferramenta para todos os internautas. Quem um dia imaginou que poderíamos falar livremente sobre nossos pensamentos, idéias, experiências e expressar sem repreensão o nosso ponto de vista sobre determinado assunto? Como exemplo, aqui estou eu, escrevendo sobre um assunto que eu adoro e com o auxilio de vocês, começamos gerar a tal inteligência coletiva.

No mundo temos 1,5 bilhões de internautas. No Brasil já são 71 milhões de pessoas que acessam a Internet, número superior que à população de vários países. Além disso, a classe C já é a maior, seguida pela classe D. Este crescimento está associado ao fácil acesso por meio das Lan Houses, que estão presentes em todos os lugares, independente de classe social. O Brasil também é líder mundial em conexão, com uma média de 44,59 horas por mês e somos os que mais geram conteúdo.  

Esta propagação deixa ainda mais claro que a Internet extingue o conceito de público de massa e traz o público de nicho, pois as mensagens são direcionadas de acordo com o perfil do usuário. Daí o sucesso de todas as ferramentas hoje disponíveis na Internet. Não é bem mais interessante quando você vê uma mensagem que realmente te interessa?

Conceito:

O que é inteligência coletiva?

“É uma inteligência distribuída por toda a parte, incessantemente valorizada, coordenada em tempo real, que resulta em mobilização efetiva das competências. Acrescentemos à nossa definição este complemento indispensável: a base e o objetivo da inteligência coletiva são o reconhecimento e o enriquecimento mútuo das pessoas, senão o culto de comunidades fetichizadas ou hipostasiadas.

Uma inteligência distribuída por toda parte: tal é o nosso axioma inicial. Ninguém sabe tudo, todos sabem alguma coisa, todo o saber está na humanidade.”

Pierre Lévy in A inteligência coletiva: por uma antropologia do ciberespaço

Conto com vocês para gerar esta inteligência coletiva!

Abraços,
Mariana Pacheco

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Como traduzir o Facebook?

 

A única tradução cabível é sucesso, pois a palavra em si não tem nenhuma tradução ao pé da letra. Fundado em 04 de fevereiro de 2004, o Facebook é hoje a rede social que mais cresce em todo o mundo e é líder mundial em números de usuários ativos, atingindo a marca de 400 milhões.

Comparando as redes de mais influência no Brasil:

  1. O Orkut é líder em audiência
  2. Youtube é líder em tempo médio  por visita  (11,8 minutos por visita)
  3. Twitter é a rede que mais cresce (quase 3000% em um ano)
  4. Facebook líder no mundo (400 milhões de usuários ativos)

Sobre o Facebook, os números são realmente impressionantes:

- 5 trilhões de minutos são gastos no Facebook por dia
- 3 bilhões de fotos são inseridas no site por mês
- Mais de 100 milhões de usuários acessam ao site através do celular (aqueles que usam o celular são 50% mais ativos que os outros).

O Facebook além da versão para web, também oferece o aplicativo para o celular. Esta mobilidade permite a interação de qualquer lugar, através do aparelho, mas claro com algumas funções limitadas.

Além dos recursos de comunicação oferecidos pela rede social, o Facebook também oferece os Aplicativos Sociais, que são games que integram com as redes. O mais conhecido hoje é o Farmville, que possue 63 milhões de usuários ativos por mês. Esta interação com a rede possibilita que o usuário interaja com os seus amigos por meio destes aplicativos.

As empresas utilizam esta ferramenta cada vez mais para potencializar a divulgação de sua marca. No Facebook, elas criam páginas que detalham os seus produtos e serviços, visando à fidelização de clientes e grande número de seguidores.

Este vídeo é muito legal e nos mostra como o Facebook simplifica nossa vida.

Aproveitem a potência desta rede social.

Abraços!

Mariana Pacheco

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“Ah, eu vi no Orkut”

Bom dia a todos! 

Quem nunca ouviu ou disse essa frase: “Ah, eu vi no Orkut”. 

O Orkut é a mídia social mais utilizada no Brasil e foi criada inicialmente para ajudar os usuários a conhecer pessoas e manter relacionamentos.  Com seu grande sucesso, as empresas começaram a visualizar um meio potencial para a divulgação de sua empresa e produtos, além da fidelização de clientes. 

Quando você cria uma comunidade no Orkut, as pessoas que as seguem têm um relacionamento direto com o mediador da comunidade ou, na maioria das vezes, se identifica com o contexto da mesma. Isso possibilita o contato direto com outras pessoas e formação e identificação de grupos com interesses em comum. É aqui que as empresas encontram o seu público-alvo e atingem o sucesso em campanhas direcionadas. 

Case Chevrolet 

A estréia no Orkut foi em agosto de 2009, com uma oferta exclusiva durante 10 dias. Os anúncios foram segmentados por sexo. Os homens visualizaram a oferta de um Astra, com layout do anúncio em azul e um GPS como brinde exclusivo. O anúncio direcionado ao público feminino tinha cor rosa, apresentava um Corsa Hatch, e oferecia um brinde exclusivo a escolher entre um GPS e um DVD 7″. Ambos tinham um desconto de cerca de R$ 3.000,00. Foram feitas 613 cotações, e aproximadamente o mesmo volume em ligações telefônicas de consumidores que viram o anúncio no orkut porém queriam modelos diferentes dos anunciados. Também aconteceu de membros do orkut procurarem pelos carros anunciados 30 dias depois do término da promoção.
Case na íntegra: agencia.tudosobregoogle.com.br
Isto prova que o Orkut passou a ser também uma mídia de relacionamento entre empresa e consumidor, pois o meio os tornam mais próximos. É mais um canal de comunicação.

Estatísticas:

- 35 milhões de perfis brasileiros ativos
- Média de 4h de navegação por usuário
- 79% dos brasileiros online
- Pesquisa de opnião

Para mais informações sobre o que os usuários do Orkut gostariam de ver sobre as empresas, acesse:

http://agencia.tudosobregoogle.com.br/tutorial/estudos-e-pesquisas?mod=tutorial 

E aí, já criou um perfil para sua empresa?

Abraços.

Mariana Pacheco

  

 

 

 

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Redes Socias e Negócio – Isso dá certo?

Bom dia a todos!

Participei na semana passada da WebExpo Forum. Este evento aconteceu em São Paulo nos dias 17, 18 e 19 de Março e o assunto principal era WEB. Quando voltada aos negócios, a Internet gera uma série de dúvidas, incertezas e até um frio na barriga. Mas no fundo, o que todos querem é entrar neste novo mundo.

Para atender a diversos perfis e necessidades, temos hoje na Internet diversas redes socias, que no início foram criadas apenas para o relacionamento interpessoal. A partir daí as empresas começaram a perceber que seria um foco interessante, pois possibilita a interação direta com o consumidor/usuário.

Falemos primeiro do Twitter. Quem não conhece a logo com o famoso passarinho ou então a baleia, no caso de algum problema na ferramenta? Pois é, com certeza esta é uma das primeiras páginas que visitamos ao ligar o computador não é mesmo? Costumo dizer que, quem tem Twitter não precisa assinar jornal, ver novela, BBB, etc. Lá conseguimos o resumo das principais notícias e acontecimentos do dia. Quem nunca ouviu alguém falar: Ah é, eu vi no Twitter…

Quando trazemos esta ferramenta para dentro das empresas e do planejamento de mídia digital, quais sãos os benefícios que o Twitter pode gerar?

- São 10 bilhões de Twittadas por mês
- 27 milhões de Twittadas por dia
- SP é a terceira cidade do mundo com mais acessos ao Twitter
- A presença da marca dobra positivamente ou negativamente ao entrar no Twitter

O mais importante é COMO a empresa utiliza a ferramenta. O primeiro passo é pensar nos seguintes itens:

1. Por que a empresa quer entrar no Twitter?

Reconhecimento da marca? Atrair novos clientes? Divulgação de novos produtos? Fidelização?
Creio que todas as alternativas, não é?

O bom uso do Twitter, consequentemente traz o sucesso da empresa na Internet. Por isso, é importante compreender que o Twitter é um canal direto entre empresa e cliente e com isso temos a oportunidade de ouvir o que o usuário tem a dizer. Mas, a sua empresa está preparada para isso?

2. Com quem vamos falar no Twitter?

Definir o público-alvo para esta ação é muito importante, porque nas redes sociais os públicos se misturam. A partir desta definição temos que pensar qual o tipo de linguagem vamos utilizar e fazer ações específicas para este perfil, pois o que funciona para um público pode não funcionar para outro. Ao falar com esses twitters é sempre interessante prestarmos atenção às críticas, para sempre melhorar a imagem da empresa e atender às necessidades do consumidor.

3. O que falar?

Antes de entrar nas redes, especificamente no Twitter, veja como a sua empresa está sendo vista e falada na Internet. Oriente o seu público sobre esta nova atuação. Ou seja, fale e divulgue que a empresa está no Twitter, o que vai ser divulgado e como eles podem encontrá-lo. Prepare um roteiro para tweets negativos. Siga a identidade visual utilizada pela empresa, para que os usuários tenham certeza de que este  é um perfil oficial. Mais uma vez lembrem-se: O CONTEÚDO É O REI – pense na qualidade da informação antes de pensar no número de seguidores. Intejara com os seus seguidores e para isso, identifique o horário que há a maior interação dos usuários.

4. Qual a resultado esperado?

A boa utilização da ferramenta, também trará o respeito dos usuários pela empresa, aumento nas vendas e ROI, a empresa ganha mais um canal de relacionamento, fortalece o posicionamento da empresa e o custo é muito abaixo de outras mídias.

E o mais importante de tudo: NÃO COLOQUEM SUBRINHOS PARA CUIDAR DA CONTA!
O responsável pela conta deve ser alguém que conhece sobre o assunto. Sabe sobre a ferramenta, como atuar, fazer o acompanhamento correto e outras necessidades. Lembrem-se que no Twitter tudo acontece em uma velocidade muito rápida, e um post errado pode resultar na saída da empresa de todas as Redes Socias.

Não dá pra ficar fora, né?

Abraços.

Mariana Pacheco

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